Que mimo de Geologia 12ºG

Maio 24 2011

O solo é um recurso natural básico, constituindo um componente fundamental dos ecossistemas e dos ciclos naturais, um reservatório de água, um suporte essencial do sistema agrícola e um espaço para as actividades humanas e para os resíduos produzidos

 

 

Uma vez que, na natureza todos os processos são interdependentes, a degradação do solo está intimamente relacionada com problemas de outros recursos: recursos hídricos, biodiversidade e redução da qualidade de vida da população afectada. 

A degradação do solo põe advir de vários fenómenos:

 

- erosão ou desertificação do solo

                                 

- utilização de tecnologias inadequadas;

 

- falta de práticas de conservação de água no solo;

 

- destruição da cobertura vegetal, nomeadamente para a expansão urbana.

 

           

 

 Na nossa opiniao achamos que este post que nos colocamos contem a materia resumida mas de forma essencial.

www.cartamaior.com.br/.../44/foto_mat_21585.jpg

 

Publicado por António e Abel.

publicado por tjgeologia às 21:28

Maio 14 2011

A degradação dos solos - por erosão, salinização e o avanço contínuo da agricultura irrigada em grande escala e os desmatamentos, remoção da vegetação natural, uso de máquinas pesadas, monoculturas e sistemas de irrigação inadequados, além de regimes de propriedade arcaicos, contribuem para a escassez de terras e ameaça a segurança alimentar da população mundial;

 

 

Degradaçao do Solo

 

A poulaçao mundial deveria estar contra certos metodos que contribuem para a degradaçao dos solos, na nossa opiniao!

 

 

 http://omeioambiente.wordpress.com/o-estado-do-meio-ambiente-do-planeta/

 

Publicado por António e Abel.

 

 

 

publicado por tjgeologia às 18:09

Maio 09 2011

Recursos energéticos
Os recursos energéticos incluem os combustíveis fosseis – carvão, petróleo e gás natural -, os elementos radioactivos e as energia renováveis – o calor interno terrestre ou geotermia, o hidrodinamismo – marés, correntes, ondas -, os ventos e a luz solar. A maior parte da energia consumida pelas sociedades actuais é proveniente dos combustíveis fósseis.

A energia nuclear surgiu como alternativa que acabou por não corresponder às expectativas, em oposição ao consumo de energias renováveis, que tem vindo a aumentar, apesar de contribuir ainda de modo limitado para os gastos totais de energia.

Combustíveis fósseis: o carvão, o petróleo e o gás natural são recursos energéticos não renováveis e que se aproximam rapidamente do esgotamento. A energia que contêm está armazenada nas ligações químicas de compostos orgânicos, sujeitos a complexas transformações ao longo de grandes períodos de tempo. O carvão é principalmente utilizado em centrais termoeléctricas, para produção de energia eléctrica. O petróleo e o gás natural são utilizados como combustíveis. O petróleo tem, ainda, numerosas utilizações industriais.

Riscos associados aos combustíveis fósseis
A utilização dos combustíveis fósseis esta na origem de graves problemas ambientais. A sua combustão liberta para a atmosfera dióxido de enxofre que, ao combinar-se com o vapor de água atmosférico, origina ácido sulfúrico, o qual dá origem a chuvas ácidas, o que baixa o pH do solo e dos cursos de água, provocando a morte de organismos e o desequilibrio dos ecossistemas (a imagem seguinte mostra como se formam as chuvas ácidas - clicar para ver melhor). A queima de combustíveis fósseis também liberta grandes quantidades de dióxido de carbono para a atmosfera, o que contribui para o aumento do efeito de estufa e, consequentemente, para o aquecimento global do planeta. A extracção do carvão em minas e a extracção do petróleo em poços podem causar contaminação do solo e da água. Por outro lado, sendo recursos não renováveis, a sua sobreexploração poderá conduzir ao seu esgotamento, e consequentemente, a uma crise energética, pelo que é de extrema importância a pesquisa da alternativas.

Energia nuclear: a produção de energia nuclear, que utiliza combustível radioactivo, tem por base a fissão controlada do elemento urânio em reactores nucleares. Esta reacção liberta grandes quantidades de energia sob a forma de calor, que é utilizado na vaporização da água que, por sua vez, é usada para a produção de energia eléctrica.

Desvantagens da utilização da energia nuclear:


Poderá ocorrer acidentes com fuga de radiações; produz-se resíduos radioactivos perigosos que levantam problemas de tratamento e armazenamento; poluição térmica da agua; risco de acções terroristas, envolvendo armamento nuclear.
Com vista a um desenvolvimento sustentável, as atenções estão muito dirigidas para as energias solar, eólica, geotérmica, marinha e da biomassa: energias limpas e alternativas que contribuem para um desenvolvimento sustentável.

Energia renováveis: vantagens e desvantagens
Energia geotérmica: o calor interno da Terra libertado à superfície é utilizado para o aquecimento de águas que, após vaporização, movimenta turbinas onde se produz energia eléctrica.
Há dois tipos de geotermia: a de alta entalpia, em que a temperatura da agua é superior a 150ºC, sendo o calor usado para produzir energia eléctrica; e a de baixa entalpia, em que a temperatura da água é inferior a 150ºC, sendo o calor usado essencialmente no aquecimento de habitações e de água para uso doméstico ou público.

Esta energia é não poluente e renovável na medida em que a sua fonte permanece por longos períodos de tempo (uma câmara magmática pode demorar milhares de anos a arrefecer). No entanto, este tipo de energia só pode ser produzida perto de locais com elevado fluxo térmico ou elevado gradiente geotérmico.


Em Portugal produz-se energia geotérmica de alta entalpia no arquipélago dos Açores (figura) e de baixa entalpia em centros termais do território continental.

Este tipo de energia acarreta menores riscos ambientais. No entanto, também esta associada a alguns problemas, como a libertação de gases sulfurosos para a atmosfera, a contaminação da água nas proximidades das unidades de exploração, devido à natureza mineralizada dos fluidos geotérmicos residuais que são libertados, ou a ocorrência de aluimentos resultantes da utilização de grandes quantidades de fluidos.

 



Energia eólica:
Energia hídrica:

É no desenvolvimento de tecnologias que aumentam a eficácia de aproveitamento destas fontes de energia renováveis que pode estar a solução para os problemas energéticos do futuro.

Recursos minerais
Esta imagem mostra como os recursos minerais estão presentes no nosso dia-a-dia. Clique em cima para ampliar.

 


Os recursos minerais incluem numerosos materiais utilizados pelo Homem e podem classificar-se em metálicos e não-metálicos.

Os recursos minerais metálicos são elementos químicos, como o ferro, o cobre ou o ouro, e encontram-se distribuídos na crusta terrestre, fazendo parte da constituição de vários materiais em associações diversas com outros elementos. A concentração média de um determinado elemento químico na crusta terrestre designa-se por clarke e exprime-se em partes por milhão (ppm) ou gramas por tonelada (g/ton). Um local no qual um determinado elemento químico existe numa concentração muito superior ao seu clarke designa-se por jazigo mineral. Neste, o material que é aproveitável e que tem interesse económico designa-se minério, enquanto o material sem valor económico que está associado ao minério designa-se ganga ou estéril. A ganga é geralmente acumulada em escombreiras, que são depósitos superficiais juntos às explorações mineiras.
Os metais são dos materiais mais utilizados pela nossa civilização em quase todas as áreas da indústria, na construção civil, na joalharia, em arte – nas esculturas, no fabrico de tintas, de produtos químicos e farmacêuticos, etc.

Os recursos minerais não metálicos são materiais como cascalhos, areias e rochas consolidadas. São materiais abundantes que, com excepção das pedras preciosas, não atingem preços elevados no mercado e provêm de fontes locais.


Desvantagens dos recursos minerais

As escombreiras são capazes de gerar, por vezes, situações com impacto ambiental muito negativo. É o caso da formação de lixiviados através da acção da água da chuva sobre as escombreiras. Estes líquidos de escorrência, contendo em solução substâncias tóxicas, acabam por contaminar os recursos hídricos da região.
Outra situação de impacto negativo resulta do tratamento químico que o minério sofre após a sua extracção, o que resulta na formação de líquidos residuais contaminantes.
Outra desvantagem é o impacto visual das escavações quando a extracção do minério é realizada a céu aberto.


Por exemplo, no caso das minas de urânio, pode haver contaminação radioactiva das águas, dos solos e da atmosfera, quer pela libertação de poeiras, quer pela libertação de um gás – o radão – de efeitos nefastos para a saúde e para o ambiente.

 

Apesar de todos estes recursos ser-nos necessarios para a nossa existencia e evoluçao, achamos principalmente as grandes empresas deveriam apostar mais no avanço tecnologico para obter maior rendimento de energias renovaveis para nao contribuir ao desgaste de outras energias nao renovaveis e tambem reduzir os efeitos nefastos para a sociedade de certas energias.

 

Publicado por António e Abel.

 

 e-porteflio.blogspot.com/2009/05/recursos-geo...

publicado por tjgeologia às 21:30

Maio 04 2011

Recursos Geológicos - Exploração sustentada


A evolução tecnológica e social humana resultou, em grande parte, da progressiva capacidade de utilização das matérias-primas naturais, os recursos naturais. Com o avanço tecnológico, o ser humano está cada vez mais dependente dos recursos geológicos.
Por recurso geológico entende-se todo o tipo de materiais, ou formas de energia associadas, que integram a geosfera, de natureza gasosa (ex.:gás natural), líquida (ex.:petróleo) ou sólida (ex.:carvão), com importância para a actividade humana. Tal como qualquer recurso natural, os recursos geológicos podem ser não renováveis, se a sua exploração for feita num ritmo superior ao da capacidade de regeneração da Terra, sendo portanto limitados, e renováveis, se podem ser gerados a um ritmo semelhante ou até superior ao do seu consumo.
Entende-se por reservas, a parte dos recursos que já foi avaliada e que, num dado momento, pode ser explorada pelo seu valor económico, sendo variáveis no tempo e no espaço, pois o que hoje é rentável numa certa região poderá não o ser no futuro nem noutra região. As reservas diminuem devido à sua extracção e uso e com a diminuição do preço de mercado e aumentam com as novas descobertas, com o desenvolvimento de tecnologias que facilitam a sua extracção e com o aumento do preço de mercado.
A exploração crescente dos recursos geológicos, resultante do crescimento demográfico e da industrialização, bem como de técnicas de exploração cada vez mais eficientes, poderá conduzir a um rápido esgotamento das reservas disponíveis. A exploração sustentada dos recursos geológicos torna-se crucial para assegurar o desenvolvimento de todas as sociedades e permitir a satisfação das necessidades das gerações presentes e futuras. Uma exploração sustentada exige uma maior utilização dos recursos renováveis, a redução do consumo dos recursos não renováveis, para aumentar o seu tempo de duração, a utilização de substitutos e a redução dos impactos ambientais negativos que resultam da sua exploração.

 Na nossa opiniao achamos que para alem de tudo aqui mencionado nada seria possivel sem a possibilidade de ao inicio de tudo isto poder trabalhar e descobrir as materias primas das quais nos usufruimos.

 

Publicado por António e Abel.

 

http://www.google.pt/imgres?imgurl=http://filipedebarros.files.wordpress.com/2009/04/recursos_naturais1.jpg&imgrefurl=http://e-porteflio.blogspot.com/2009/05/recursos-geologicos-exploracao.html&usg=__lmmxj0Fo1c5zrjWQRLY7HOGD4EI=&h=285&w=251&sz=85&hl=pt-PT&start=2&zoom=1&tbnid=_LFSOA1g-D9a1M:&tbnh=115&tbnw=101&ei=1UjITZXHHo3Hsgbq5-TaAw&prev=/search%3Fq%3Drecursos%2Bgeologicos%26um%3D1%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DN%26rlz%3D1R2ADFA_pt-PTPT392%26tbm%3Disch&um=1&itbs=1

publicado por tjgeologia às 19:24

Maio 02 2011
Reservatórios de água subterrânea - aquíferos

Através de técnicas apropriadas pode-se ter acesso à água que circula subterraneamente. Chama-se aquífero a uma formação geológica subterrânea que permite a circulação e o armazenamento de água nos seus espaços vazios, permitindo normalmente o aproveitamento desse líquido pelo ser humano de forma economicamente rentável e sem impactes ambientais negativos. São as águas que precipitam sobre a superfície da Terra que se infiltram no solo por acção da gravidade e originam as água subterrâneas. Estas águas podem ser armazenadas em dois tipos de aquíferos: aquíferos livres e aquíferos confinados ou cativos.

Aquífero livre:

Os aquíferos livres podem ser superficiais ou subsuperficiais o que não só facilita a sua exploração e recarga como também a sua contaminação.


Aquífero cativo ou confinado:


Nos aquíferos é possível distinguirem-se as seguintes zonas:


- Nível hidrostático ou freático: profundidade a partir da qual aparece água (corresponde ao nível atingido pela água nos poços). Num aquífero livre o nível freático corresponderá ao limite superior do aquífero, uma vez que a água está à mesma pressão que a pressão atmosférica. Esta zona é variável de região para região e na mesma região varia ao longo do ano.

 

 

- Zona de aeração: localiza-se entre a superfície topográfica e o nível freático. Nesta zona, os poros entre as partículas do solo ou das rochas são ocupados por gases (ar e vapor de água) e por água. A água desta zona é utilizada pelas raízes das plantas ou pode contribuir para o aumento das reservas de água subterrânea.


- Zona de saturação: tem como limite superior o nível freático e como base uma camada impermeável. Nesta zona, todos os poros da rocha estão completamente preenchidos por água.
As zonas de aeração e de saturação existem num aquífero livre. Em ambos os aquíferos há a zona de recarga, zona onde ocorre a infiltração da água, embora seja localizada de forma diferente em cada um dos aquíferos.
A captação das água subterrâneas pode ser feita nos dois tipos de aquíferos através de furos (captações) realizados por empresas especializadas em hidrogeologia. Num aquífero livre capta-se água através de poços. Num aquífero cativo, dado que a água se encontra a uma pressão superior à pressão atmosférica, a água subirá até ao nível hidrostático, designando-se captação artesiana. Pode acontecer a captação ser feita num local onde o nível hidrostático ultrapassa o nível topográfico e, nesse caso, a água extravasa naturalmente a boca da captação. Neste caso a captação designa-se de captação artesiana repuxante.

Características dos aquíferos:

Porosidade: é a percentagem do volume total da rocha ou dos sedimentos que é ocupado por espaçoes vazios, ou poros. Esta característica constitui a capacidade da rocha em armazenar água, ou seja, é a medida da saturação da rocha. Rochas sedimentares, como conglomerados e arenitos, têm poros entre os grãos de minerais, pelo que podem armazenar uma quantidade apreciável de água. Ao contrário das rochas cristalinas, que não têm poros entre os grãos de minerais, mas podem armazenar água em fracturas.


Permeabilidade: é o parâmetro que se relaciona com o movimento da água no aquífero, ou seja, é a capacidade de as rochas transmitirem fluidos através dos poros ou fracturas. As rochas permeáveis deixam-se atravessar facilmente pela água. A permeabilidade das rochas está relacionada com as dimensões dos poros e com a forma como se estabelece a comunicação entre eles.
Um bom aquífero é simultaneamente poroso e permeável, o que lhe permite armazenar e libertar a água. Exemplos de bons aquíferos são as areais, os cascalhos, os arenitos, os conglomerados e os calcários fracturados.

 

 Em relaçao a este spot, sabemos que e bastante grande mas achamos que esta tudo bem explicado ai assim podemos entender de melhor forma como funciona os diversos processos dos aquiferos e de onde se encontram entre ourtros.

 

Publicado por António e Abel.

 

http://e-porteflio.blogspot.com/2009/05/recursos-geologicos-aguas-subterraneas.html

 

publicado por tjgeologia às 21:13

Abril 22 2011

 Águas subterrâneas


A água que circula na Natureza constitui diferentes reservatórios no planeta, como oceanos, rios e glaciares. Chama-se hidrogeologia à ciência que estuda o armazenamento, circulação e distribuição das águas nas formações geológicas, tendo em consideração as suas propriedades físicas e químicas, as suas interacções com o meio abiótico e biológico, e as suas respostas às actividades antrópicas.
O contínuo e interminável movimento da água no nosso planeta constitui o ciclo hidrológico. As águas subterrâneas constituem a componente que não é directamente observada pelo ser humano e também a mais lenta do ciclo hidrológico. Fazem parte de 0,6% do total da água existente na Terra, e são um importante recurso geológico, sendo a sua quantidade e qualidade cruciais para a sobrevivência e saúde das populações humanas.
Todos nos pensamos que a bem mais quantidade de agua nos subsolos e ela e bem pouca.

Publicado por António e Abel
 
www.computerarts.com.br/!cache/7/73/73f226c07
 
 
publicado por tjgeologia às 18:44

Março 15 2011

Um humano, ser humano, pessoa, gente ou homem é um animal membro da espécie de primata bípede Homo sapiens, pertencente ao género Homo, família Hominidae (taxonomicamente Homo sapiens - latim: "homem sábio"). Os membros dessa espécie têm um cérebro altamente desenvolvido, com inúmeras capacidades como o raciocínio abstrato, a linguagem, a introspecção e a resolução de problemas. Esta capacidade mental, associada a um corpo ereto possibilitaram o uso dos braços para manipular objetos, fator que permitiu aos humanos a criação e a utilização de ferramentas para alterar o ambiente a sua volta mais do que qualquer outra espécie de ser vivo.

O Homo sapiens, como espécie, tem como característica o desejo de entender e influenciar o ambiente à sua volta, procurando explicar e manipular os fenômenos naturais através da filosofia, artes, ciências, mitologia e da religião. Esta curiosidade natural levou ao desenvolvimento de ferramentas e habilidades avançadas. O ser humano é a única espécie conhecida capaz de criar o fogo, cozinhar seus alimentos, vestir-se, além de utilizar várias outras tecnologias. Os humanos passam suas habilidades e conhecimentos para as próximas gerações e, portanto, são considerados dependentes da cultura.

 

pt.wikipedia.org/wiki/Homo_sapiens

 

 

http://4.bp.blogspot.com/_A1LMhMnjW-Q/TDdQmLyGHaI/AAAAAAAAAFo/dvxoOn8f5oQ/s320/G21.gif

 

 

A teoria de que nós todos viemos de seres humanos que deixaram a África há cerca de 100 mil anos está novamente questionada, desta vez por pesquisadores americanos que tiveram acesso ao material do projeto do genoma humano.

A maior parte dos cientistas concordam que os primeiros hominídeos saíram da África pela primeira vez há cerca de 1,8 milhão de anos e passaram a conquistar outras terras, mas há controvérsia em relação ao que ocorre depois disso.

A teoria tradicional acredita que houve um segundo grupo de africanos – os homens modernos –, que substituíram todas as outras populações locais, incluindo o homem de Neandertal, na Europa.

Mas para os defensores da nova teoria – chamada de multiregional –, nem todas as populações de hominídeos foram completamente extintas. Algumas delas teriam se misturado com os africanos, contribuindo para a formação do atual genoma humano.

 

http://i.ytimg.com/vi/RcUv9n-hTsk/0.jpg

 

Cruzamento

A nova pesquisa foi publicada pela revista Proceedings of the National Academy Sciences (PNAS).

A equipe de pesquisa, liderada pelo professor de antropologia da Universidade de Utah, estudou pequenas diferenças no DNA humano.

Ao investigar quando essas mutações apareciam, os cientistas conseguiram abrir uma janela para o passado humano, chegando até a ascensão e queda dos primeiros seres humanos em diversas partes do mundo.

O estudo sugere que houve um cruzamento há cerca de 40 mil anos entre a população africana e populações locais, como a européia.

Pesquisas genéticas anteriores haviam confirmado a teoria de que uma população africana que se expandia rapidamente se espalhou globalmente e substituiu as outras populações.

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=RhASUUEG8kM

 

Apesar de nos sermos de pele branca, ficamos assim a saber que a nossa natureza vem de uma certa parte em africa e que os nossos antepassados e as nossas origens tiveram inicio la.

 

Publicado por Antonio e Abel.

 

 

 

publicado por tjgeologia às 09:25

Fevereiro 13 2011

 

Fotografia de um glaciar

Glaciar é uma grande e espessa massa de gelo formada em camadas sucessivas de neve compactada e recristalizada, de várias épocas, em regiões onde a acumulação de neve é superior ao degelo. É dotada de movimento e desloca-se lentamente, em razão da gravidade, relevo abaixo, provocando erosão e sedimentação glacial.

Os glaciares podem apresentar extensão de vários quilómetros e espessura que pode também alcançar a faixa dos quilómetros. A neve que restou de uma estação glacial dá-se o nome de nevado (usa-se também o termo alemão Firn e o francês nevé). O nevado é uma etapa intermediária da passagem da neve para o gelo. À medida que se acumulam as camadas anuais sucessivas, o nevado profundo é compactado, recongelando-se os grânulos num corpo único.

O gelo das glaciares é o maior reservatório de água doce sobre a Terra, e perde em volume total de água apenas para os oceanos. As geleiras cobrem uma vasta área das zonas polares mas ficam restritas às montanhas mais altas nos trópicos. Em outros locais do sistema solar, as grandes calotes polares de Marte rivalizam-se com as da Terra.

De entre as características geológicas criadas pelos glaciares estão as moreias terminais ou frontais, mediais, de fundo e as laterais, que são cristas ou depósitos de fragmentos de rocha transportados pelo glaciar; os vales em forma de U e circos em suas cabeceiras, e a franja do glaciar, que é a área onde o glaciar recentemente derreteu.

http://www.youtube.com/watch?v=sVscFLcTI1M

 

 

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Geleira

 

http://www.destinosdeviagem.com/wp-content/gallery/glaciar-perito-moreno/glaciar-perito-moreno-1.jpg

 

Apesar de a quantidade de glaciares pode parecer bastante, demos com este spot a conhecer que essa quantidade significativa esta diminuindo e de forma rapida.

 

Publicado por Antonio e Abel.

publicado por tjgeologia às 17:41

Fevereiro 12 2011

 

 

 

 Diapositivo 1

 

Diapositivo 2

 

Diapositivo 3

 

 

Diapositovo 5

 

Diapositivo 6

 

Diapositivo 7

 

Diapositivo 8

 

Diapositivo 9

 

Diapositivo 10

 

Diapositivo 11

 

 

Diapositivo 12

 

Foi o nosso trabalho que realizamos para a disciplina de geologia, o qual nos calhou o periodo do Permico.Neste spot ,resumimos um pouco com estes diapositivos, mostrando o que e o permico.

 

Trabalho realizado e publicado por Antonio Carvalho e Abel Moreira

publicado por tjgeologia às 15:11

Fevereiro 08 2011

Carta topografica do Abel Moreira

Carta desenhada por Abel Moreira

 

 

Carta topográfica do António Carvalho

Carta desenhada por António Carvalho

 

Publicado por António e Abel.

publicado por tjgeologia às 17:31

Neste blog iremos debruçar diversos conteúdos a cerca de estudo no âmbito da disciplina de Geologia no 12º da turma G da Escola Secundaria De Fafe ! Esperemos que gostem e que desfrutam do nosso trabalho realizado que reza a lenda que e magnifico !
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